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    • Pequenos Delírios Domésticos
  • Pequenos Delírios Domésticos

    mais uma vez ana margarida de carvalho vai buscar o título de um livro a uma canção, sérgio godinho, neste caso. ler ana margarida de carvalho é encontrar autores à espreita na janela de um parágrafo e a sorrirem-nos, a convidarem-nos a revisitá-los. este é também um desafio da leitora que escreve com a mestria dos citados. falar do livro "pequenos delírios domésticos" é falar da arte da escrita, do conto, do domínio da língua e de uma cultura sólida que nos mostra que um grande escritor é, naturalmente, um grande leitor. este livro é pão e vinho à mesa de quem tem degusta com prazer a boa escrita.

    (fonte: Wook)

    • Escrito na Água
  • Escrito na Água

    CUIDADO COM AS ÁGUAS CALMAS. NÃO SABEMOS O QUE ESCONDEM NO FUNDO.

    Nel vivia obcecada com as mortes no rio. O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.

    Agora, é ela que aparece morta. Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?

    Que segredos escondem aquelas águas? Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.
    Um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou maior intensidade do que A Rapariga no Comboio.

    (fonte: Wook)

    • A Bicicleta que Fugiu dos Alemães
  • A Bicicleta que Fugiu dos Alemães

    Nos primeiros dias de junho de 1940, a população de Paris entra em pânico, pois os exércitos de Hitler aproximam-se. De carro, de camioneta, de carroça ou a pé, mais de cinco milhões de pessoas fogem da capital francesa.

    Entre a multidão apavorada encontra-se Carol, uma portuguesa estudante na Sorbonne, que deixa Paris contrariada e ao volante da sua bicicleta Hirondelle.

    Sempre em fuga e receosos da Gestapo, alguns deles conseguirão vistos de entrada em Portugal, passados por Aristides Sousa Mendes e chegarão a Vilar Formoso, onde a fronteira fechou por ordem de Salazar.

    Uma história de amizade, sexo, solidariedade e amor, de uma rapariga portuguesa cujos sonhos eram apenas estudar literatura, namorar e pedalar feliz pelos boulevards de Paris.

    (fonte: Wook)

    • Mamas & Badanas
  • Mamas & Badanas

    Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece.
    Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.

    (fonte: Wook)

    • O Paraíso e Outros Infernos
  • O Paraíso e Outros Infernos

    Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.

    O autor faz desses textos o ponto de partida para um livro mais complexo, misturando fragmentos do seu diário com crónicas publicadas na imprensa, ou seja, para um mapa do conhecimento do presente.

    (fonte: Wook)

    • Bom Crioulo
  • Bom Crioulo

    O romance que o Brasil recebeu com escândalo.
    Uma história de amor entre dois homens: Amaro - o Bom Crioulo - e Aleixo. Um marinheiro negro sente-se atraído por um jovem grumete branco. Na trama, surge ainda D. Carolina, ou melhor, Carola Bunda, portuguesa e ex-prostituta, desejosa de entregar o seu corpo maduro a um amante jovem como Aleixo. Assim se constitui um triângulo amoroso fatal.

    Uma singular e improvável história de amor entre dois homens, a que não falta a traição, a diferença de idades, a culpa, o medo. Eis uma situação que pode sair fora do controlo: se uma paixão violenta causa cegueira, será inevitável um final trágico?

    Adolfo Caminha, duramente atacado pela crítica, ficou para a História como um autor «maldito». Votado ao esquecimento na primeira metade do século xx, Bom Crioulo é hoje traduzido em todo o mundo, e é considerado o primeiro romance da literatura em língua portuguesa a abordar a homos-sexualidade e logo numa relação inter-racial.

    (fonte: Wook)

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